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Dungeons & Dragons | Filme baseado no RPG pode começar a ser filmado em 2019


A revista americana Production Weekly, que serve como classificados de empregos na área de produção de filmes e séries, listou a produção do filme de Dungeons & Dragons em sua edição mais recente. De acordo com a publicação, o longa começará a ser filmado na metade de 2019.

Em outubro de 2017 a Hasbro, dona da Wizards of the Coast, divisão que cuida de D&D, renovou o contrato de exclusividade de suas produções com a Paramount— mas a produção do filme de D&D estava nas mãos da Warner Bros.

O longa não tem muitos detalhes por enquanto, mas tudo o que sabemos é que ele deve chegar às telonas em 2021.

Postado por (Francês)

DEMOLIDOR CRÍTICA 3a TEMPORADA



Começo a escrever esse texto depois da notícia dos cancelamentos de Punho de Ferro e Luke Cage, mas também com a esperança de que Heróis de Aluguel aconteça em breve. Na verdade, são rumores, até por que a Disney virá com seu próprio serviço de streaming e está recolhendo tudo que é seu e está espalhado por aí.

E tudo isso calhou com a chegada de Demolidor com sua terceira temporada que começa a partir do final da série Defensores.

Cinco episódios assistidos e espera compensada. Os atores já trazem as dores e lições de seus personagens das temporadas anteriores, eles estão dinâmicos em seu tempo de tela e o começo não enche linguiça. A questão de Matt Murdock (Charlie Cox) com Deus é um dos grandes motes da temporada, mas a seriedade é quebrada e ao mesmo tempo reforçada quando ele está na tela com Irmã Maggie (Joanne Whalley). Alguns dos melhores diálogos estão entre esses dois e torna tudo mais ágil.

O Demolidor é um homem tentando lidar com perdas inclusive com coisa que até não tinha  Longe dos amigos leais e decidindo o que fazer com a missão que tinha assumido ao proteger Hell’s Kitchen. Gravemente ferido e totalmente desacreditado ,mas com o ressurgimento de Wilson Fisk (Vicent D’Onofrio) o desejo de vingança nasce e ele volta para ação.

A série está toda muito bem construída e sempre tem um facho, uma luz, algo vermelho. A fotografia faz com que a ambientação seja primorosa e depois de sermos apresentados a psiquê do Rei do Crime, agora a história nos leva ao “quebrado” Benjamin Poindexter (Wilson Bethel), um homem da lei com problemas sérios no passado que não superou no presente. A cena de Fisk investigando-o, como se entrando na mente dele para saber mais sobre ele é muito boa também. Em preto e branco, depois passando nesse mesmo preto e branco num jogo de luz inteligente.

Apesar das expectativas em cima do possível surgimento do vilão Mercenário – Wilson Fisk ainda é o vilão das reviravoltas, inteligente e ardiloso – a revelação que temos na super bem dirigida sequência na Penitenciária( que levou 12 horas para ser gravada e tem 10 minuto de duração e foi uma negociação tremenda com o estúdio para que se gravasse tudo em um dia sendo que é gravado apenas meio episódio por dia. O protagonista e o dublé se revezaram em cena e toda fez que Demolidor caía no chão, ele pegava sangue cenográfico que ficava estrategicamente no cenário colocava na boca, para expelir quando levava os socos)  faz com que seja o famoso “eita atrás de eita”. Cena maravilhosa, que começa como a já conhecida  a luta no corredor, mas ela toma outro rumo inesperado.

O começo foi de tirar o folego, além de toda expectativa nessa que sempre foi o melhor trabalho da Marvel no Netflix, será muito procurada, mas os fãs podem assistir sem medo, está tudo muito bem feito e na medida para agradar e tirar um pouco do gosto amargo desses cancelamentos.


Postado por (Ximelly Christie)

Netflix pode desenvolver série animada baseada em Diablo [RUMOR]


Com o sucesso da animação de Castlevania, a Netflix parece estar investindo mais em adaptações de jogos para o meio cinematográfico. Um novo rumor divulgado pelo Revenge of the Fans, aponta que a distribuidora está no processo de produzir uma série baseada no jogo Diablo, da Blizzard.

O roteirista da suposta adaptação seria Andrew Cosby, que acaba de roteirizar a nova versão do Hellboy, com David Harbour. Cosby é novato na indústria cinematográfica, mas tem um extenso trabalho escrevendo adaptações de games para os quadrinhos. Ele também fundou o BOOM! Studio, editora de quadrinhos que publica, entre outros, as HQs de Hora de Aventura.

Tal qual Castlevania, a série deve ser animada. Nada foi confirmado pela Netflix, então trate tudo como um rumor.

Postado por (Francês)

Game of Thrones | Spin-off deve começar a ser filmado no começo de 2019


De acordo com o Geeks Worldwide, o spin-off de Game of Thrones que contará a história da Longa Noite deve começar a ser filmado em fevereiro de 2019. A HBO não se manifestou sobre a informação por enquanto.

O projeto vai se passar 8 mil anos antes dos eventos da série principal e contará, entre outras coisas, o fim da chamada Era dos Heróis e a origem dos Caminhantes Brancos.

O spin-off ainda não tem título oficial e nem data de estreia.

Postado por (Francês)

Henry Cavill brinca e comenta escolha de elenco da série de The Witcher


Henry Cavill está muito animado para oficialmente entrar na pele do bruxo Geralt de Rivia. O Superman dos cinemas fez uma postagem temática anunciando a novidade sobre o elenco da série de The Witcher no seu Instagram. A foto mostra seu perfil na Netflix com um usuário intitulado “Geralt de Rivia”, o famoso caçador da fantasia polonesa.

Na postagem, Cavill diz que seu novo endereço é Kaer Morhen (a fortaleza dos bruxos), mas que ele não responderá pois está ocupado matando monstros.






“Meu novo endereço é 
Geralt
aos cuidados de:
Vessemir
Kaer Morhen
Vale de Kaer Morhen

Mas saiba que eu raramente respondo. Matar monstros é o que eu faço sempre. Então as respostas podem demorar bastante.”


Cavill já havia dito que é apaixonado por The Witcher e adoraria interpretar Geralt nas telas. Ele jogou os jogos múltiplas vezes e já até leu os livros. O artista BossLogic até criou uma arte mostrando como pode ser o visual do ator (veja abaixo).




A trama gira em torno do bruxo Geralt, um caçador de monstros que se livra de enormes pestes por um bom dinheiro. Mutante, ele luta para encontrar seu lugar em um mundo no qual as pessoas frequentemente se mostram mais cruéis do que as criaturas que ele enfrenta. O bruxo também tem uma filha adotiva, a Ciri, personagem importante nos livros e jogos que também atua como uma guerreira e feiticeira.

Andrzej Sapkowski, autor das obras originais, vai atuar como consultor de roteiro para a Netflix. Tomasz Bagiński, que dirigiu os vídeos de apresentação dos três jogos da série de videogames, vai comandar pelo menos um episódio na temporada da cadeira de direção.

Lauren S. Hissrich, de Demolidor, será a responsável por trazer coesão a série e escrever os roteiros no cargo de showrunner.


The Witcher ainda não tem data oficial para estrear na Netflix.

Postado por (Francês)

Nona temporada de The Walking Dead ganha cartaz e sinopse


A Fox revelou o primeiro cartaz da nona temporada de The Walking Dead, que destaca a liderança de Rick no grupo principal da série. Veja logo abaixo:


Além disso, a sinopse oficial também foi divulgada, que já insinua novos vilões e conflitos entre as comunidades. Veja:

A última temporada trouxe o desfecho de tudo o que aconteceu em “Guerra Total”, que colocou Rick Grimes e seu grupo contra os Salvadores e seu líder, Negan. Com o destino de Negan em suas mãos, Rick estava diante de uma decisão que ia decidir o futuro dos sobreviventes. Ao tomar a decisão unilateral de poupar a vida de Negan, Rick honrou as morais que seu filho, Carl, defendia para poder construir um futuro melhor. Mas ele acabou criando um conflito interno no grupo.

"Agora, vemos como estão os sobreviventes depois de um ano e meio desde o fim da guerra, reconstruindo uma civilização sob a liderança de Rick. É um tempo de paz e aliança entre as comunidades que trabalham juntas para forjar um futuro, mas o mundo que eles conheciam está mudando rapidamente com a degradação de prédios e estruturas criadas antes do apocalipse. Além disso, a natureza está tomando conta da área em que vivem, mudando tudo e criando novos desafios para os sobreviventes.

Conforme o tempo passa, as comunidades enfrentam dificuldades inesperadas e perigosas. E, claro, walkers. Mas nada os preparou para enfrentar o que eles estão prestes a encontrar, que é capaz de ameaçar tudo o que eles construíram até aqui."

No nono ano de The Walking Dead, os sobreviventes liderados por Rick, Michonne e Daryl estão migrando para a capital dos Estados Unidos, a cidade de Washington. Novos perigos aparecerão na nova localização, e a chegada dos Sussurradores é iminente. Esta temporada será a despedida de Lauren Cohan, a Maggie, e a última aparição do protagonista Andrew Lincoln, o Rick.


A nona temporada de The Walking Dead chega no dia 7 de outubro deste ano.

Postado pro (Francês)

O que fizeram com Jessica Jones?




Eu lembro de cair de amores pela heroína na estreia de sua série no dia 20 de novembro de 2015, na Netflix. Foi tudo incrível, Krysten Ritter (Jones) no papel da bêbada/ traumatizada/ mau humorada/ poderosa, David Tennant como um Kilgrave que realmente te faz sentir ódio e mostra que o estupro não precisa ser físico para ser crime. Até Luke Cage (Mike Colter) dá as caras para poder já iniciar sua própria série.

A produção da primeira temporada investe no drama de uma pessoa que teve a mente invadida, foi violentada de várias maneiras e tem um trauma tão grande que acha que não deve ficar próxima. Ela pensa que podem lhe causar algum mal, sendo assim a única pessoa em que ela deixa se aproximar, mas também pelo fato de querer proteger, inclusive da própria mãe, a ex estrela infantojuvenil Trish “Patsy” Walker (Rachael Taylor).

A história se desenvolve bem com Jéssica atormentada pelo acidente dos pais, tentando se livrar de um explorador de seus poderes e mente e sem conta que não há o mínimo de controle sobre seus super poderes. O tom da primeira temporada é ditado pelas tentativas de Jessica ser o mais normal possível, mas sempre indo de encontro ao obscuro mundo de memórias que ela não quer se lembrar. O interessante é que ela entra em um espiral de luta pela própria sanidade, a qual a coloca como forte, não pelos seus poderes, mas sim por ser uma pessoa que sofreu diversas formas de violência e se coloca como culpada apesar de tudo.

O drama torna a trama instigante e nos apresenta uma (bad ass) cheia de problemas, com um universo que pode ser explorado.
A segunda temporada que estreou no dia 08 de março deste ano trouxe a expectativa de diversas histórias que poderiam se desenvolver dentro da série...
Mas o que se viu foi um dramalhão sem limites, com uma protagonista a lá Paulina Bracho (a gêmea boazinha da novela Usurpadora reprisada a exaustão pelo do SBT), com olhos marejados e beicinho o tempo.

E nisso vários meta humanos aparecendo por Hells Kitchen, sendo perseguidos e procurando por Jessica que é famosa na cidade pelos seus feitos na temporada anterior. Os personagens vêm em uma crescente com atuações regulares até que...
Tudo vira uma novela das seis quando aparece a mãe de Jessica Jones revelando que também passou pelas experiências de transformação em super herói do Doutor Karl Malus (Callum Keith Rennie) no laboratório secreto de pesquisa IGH. Aliás a coisa ia bem até quando todos os caminhos prometiam grandes revelações sobre Jessica. Mas o negócio desandou e o que se viu foi uma mãe mais louca que uma mãe comum, que é capaz de qualquer coisa se contrariada, totalmente fora de controle e uma filha dividida entre a vontade de sempre ter tido uma mãe, essa mãe ter aparecido agora e ter os poderes que ela meio que abomina e essa mãe ser mais uma coisa que ela tenha que se preocupar.

E é aí que Jessica vira uma chata de galocha, envolvendo todo mundo na frenética saga de protegê-la, já que ela fica putaça por qualquer motivo e sai matando geral.
E dá-lhe flashbacks pra poder dar um gás na história da Jessica e poder colocar explicação em alguns componentes de sua vida. A melhor amiga que nos flashbacks é uma drogada doente, nos tempos atuais se torna uma obcecada pela história da assassina mais forte, a própria Jessica, e o que acontecia no IGH, para completar sua amiga encontra uma droga que lhe dá poderes dando gancho assim para a sua transformação na heroína Felina, talvez na próxima temporada.

Mas o elenco de apoio tem uma história que ainda ligada à principal consegue ser mais interessante: a advogada Jeri Hogarth (Carrie Anne Moss) passa por um drama pessoal e sua vida ameaça desabar, então ela passa a ajudar Jessica e também a cuidar da enfermeira do IGH Inez (Leah Gibson) e tudo que é ruim, pode piorar. É uma das melhores cenas da série e não envolve superpoderes, ou correria ou portas arrancadas. Muito bem colocada no contexto, um drama realmente convincente e condizente com a história. E o que ela faz depois? Ao invés de ficar se lamentando, usando de toda sua inteligência dá a volta por cima com vingança.
E Jéssica ali reduzida a babá da mãe de um lado para o outro, evitando as catástrofes. A série torna-se um grande enrosco chato que não traz emoção, que não tem evolução e você torce para que isso acabe de uma vez porque é um potencial desperdiçado da personagem que fez sua primeira aparição em Alias #1 (novembro 2001) como uma super heroína aposentada que começou a trabalhar na Alias Investigações, tornou se Membro dos Novos Vingadores e em vários momentos de sua vida usou pseudônimos como Safira, Paladina e Poderosa. A personagem se torna rasa e gira em círculos tentando ajudar a mãe que quer salvar o médico que por quem se apaixonou. E numa fuga idiota, para alguém que quer fazer isso desapercebido, o rastro de corpos e destruição é difícil de ignorar.

Mas no meio disso tudo, a parte em que “aparece” Killgrave é muito bom. Aí temos a Jessica da primeira temporada de volta, aquela altivez, o mau humor e a loucura de lidar com ele. Jessica fica às voltas com um algoz realmente forte e maravilhoso e vale cada minuto na tela. Artifício inteligente para dar um UP na história chorosa e empapuçada.
Saudades daquela Jéssica que fazia bico mas tinha repostas irônicas e ácidas para todo mundo. Os diálogos se perderam de tantas formas que tudo é piegas e muito, muito chato.
Bem, ainda bem que acabou porque deu até uma “vergoinha” alheia dessa confusão matermal  , pois é uma heroína com grande potencial para uma série própria e spin off.

Postado por (Ximelly Christie)

E pega fooooooogooooooooo a biblioteca.


Fahrenheit 451 é um romance distópico publicado a pela primeira vez em 1953 por Ray Badbury (1920-2012), primeiramente como um conto Bright Phoenix, depois reformulada  como novela que se chamou The Fireman. Inclusive essa novela teve seus capítulos publicados entre março e maio de 1954 na Revista Playboy. Escrito no começo da Guerra Fria, era uma crítica ao que o autor via.
O livro fala de um futuro aonde os livros são terminantemente proibidos. Opiniões próprias inadequadas e a ausência de pensamento crítico.
Pera, isso é literatura? Opa, mas parece que eu já ouvi um papo desse recentemente...
É só um pensamento. Aliás, é isso que a literatura estimula: o pensamento livre, a crítica, a força, o poder de pensar diferente e fazer do nosso mundo um lugar melhor.

Os bombeiros são membros orgulhosos da sociedade que fazem transmissões ao vivo das apreensões dos livros e Guy Montag (Michael B. Jordan), que equivale ao nosso “famosinho” das redes sociais de hoje: exibido, cheio de atitude e bordões, amado ídolo de todos.
Já no livro, Guy é um cara mais introspectivo, com muitos porquês, inclusive o livro tem muito fluxo de pensamentos dele. Na versão escrita ele tem uma esposa que lembra uma Inteligência Artificial, ou robô, ou algo do tipo do qual ele não tem memória e se sente melancólico pois não se lembra como a conheceu e o legal é que, na versão cinematográfica, ela é substituída por uma câmera que cuida para que todo o controle siga na mais perfeita ordem.
Na produção da HBO (o livro tem uma primeira versão para o cinema de 1966), a relação de  Guy Montag e o Capitão Beatty (Michael Shannon) é mais próxima e dão a eles também conflitos internos sobre o sistema em que vivem.



O filme é muito bem feito para passar a idéia de que os livros são a desgraça da humanidade, usam referências históricas errôneas para poder justificar a proibição da literatura, como o genocídio ter sido causado por conta dos livros, pessoas que se explodiam matando pessoas inocentes... E a grande sacada do filme é colocar os bombeiros como os homens que ateiam fogo. O protagonista chega a perguntar se sempre foi assim e, no livro, Clarisse McClellan (Sofia Boutella) chega a contar que um presidente era bombeiro e ele que teve a ideia preventiva de “criar” os bombeiros para que cuidassem da queima de livros.

O livro tem partes bem confusas do fluxo de pensamentos de Montag, tornando às vezes a leitura arrastada e difícil e o filme tira isso e coloca mais agilidade para que possamos acompanhar todo esse processo em que começa a se pensar no porquê de queimar os livros, por que não podemos lê-los se existem pessoas mantendo os mesmos escondidos em suas casas e pasmem!, existe um tráfico literário.

A obra toca na ferida quando fala que ninguém sabe como começou, mas sempre foi assim e foi chegando nessa geração e eles perpetuam isso. É o tal de “boi de manobra” sabe? Todo mundo vai porque é maioria e vai fazendo, porque sempre existiu sem ao menos se dar ao trabalho de pensar se concorda, se é certo. Okay, ali é um governo e a resistência é caçada como animais. As pessoas que têm livros em casa são queimadas.

Mas isso nos desperta para o que nos tem acontecido. Em determinado momento, Montag acorda da sua letargia, esquece o ego e vai saber mais sobre os livros. No filme Clarisse é colocada como uma dessas pessoas que transporta livros para outros pra que eles fiquem a salvo dos Bombeiros, mas ela também é uma informante do Capitão Beatty. Diante dos flashbacks que tem do pai, que também era bombeiro, ele vai atrás das razões porque toda essa coisa acontece e aquele que era amado por toda uma nação, por agir contra ao que todo mundo pensa, é massacrado nas redes sociais e aqueles coraçõezinhos que sobem na primeira live são trocados imediatamente quando ele é pego com livros e dado como traídor.
Vocês sabem o quanto isso acontece. Todos os dias. Todo dia, principalmente nas redes sociais, alguém é transformado em vilão.

E a culpa é da ignorância. Da falta de livros, de acreditar em falsas informações que “como todo mundo tá dizendo” eu acredito. O famoso “tá na internet, é verdade” ou o grupo de whatsapp da família que é juiz, júri e executor. Além de dono da verdade absoluto porque a tia viu lá no grupo da igreja.

Todos os dias acompanhamos a maioria por preguiça, medo de pensar diferente e as autoridades contam que continuemos disseminando essa falta de cultura orquestrada por eles e que jamais aceitemos algo fora daquilo que é conhecido.

Essa mensagem está nos detalhes, na luz que parece ter sempre cor de chama, nos momentos de introspecção dos personagens em que questionam o que está acontecendo. O uniforme dos bombeiros é muito bem feito e a cidade   iluminada e tratada no cabresto de informações para que qualquer pessoa que aja fora do sistema veja as consequências. Fotografia  exata para um filme de TV que mostra muito os detalhes das pessoas, principalmente nas cenas onde estão os que ainda têm livros, é muito minucioso apesar de ser um espaço pequeno e com câmeras tentando captar tensão. Mas o que se vê é um filme atado à ideia principal do enredo sem  se desenvolver. Nem vou chover no molhado aqui em dizer que o livro é mais rico, mas tem muita coisa que precisava ir para a tela para podermos nos conectar com Montag. Seriam necessários os encontros com a Clarisse, que no livro é uma vizinha e a esposa Mildred que são também as responsáveis pelo conflito e que foram substituídas, pelo já citado flashback do pai de Montag, mas que é fraco e longe, não consegue fundamentar a questão e são necessários outros recursos com figurantes. Entre um close, uma frase ali, uma sobrancelha arqueada, temos as pessoas que vão servir como a parte da humanidade em busca da liberdade com toda essa informação que existe nos livros.

Afinal, livros são a expressão máxima de liberdade.
Ainda sim, apesar da temperatura (Farhenheit é a escala de temperatura proposta por Daniel Gabriel Farhenheit em 1724), o filme é morno, tudo fica muito naquilo que poderia ter sido melhor e não foi. E estamos falando da HBO que produz a mundialmente conhecida Game Of Thrones. Os atores são esforçados, mas a história acaba corrida, mesmo para um livro pequeno com um fluxo de pensamentos intensos e muitas vezes complicados de se entender em uma primeira leitura, poderiam ter dado mais profundidade a algumas coisas no livro que seriam relevantes de ser levada para o filme.

No final fica a sementinha do pensamento de como a literatura liberta e dá um jeito de se manter viva não importa o viés. E que sempre haverá pessoas para lutar por essa liberdade de que encontramos no conhecimento, em páginas fictícias ou não.
O filme é o ensejo para algo e deixa muito o que poderia ser trabalhado.

Uma pena porque seria ótimo para quem não é tão chegado a leitura ter acesso a tantas ideias que o livro deixa sobre o agora que estamos vivendo.

Postado por (Ximelly Christie)


Safe- Grandes expectativas decepções enormes


Chegou sem grande alarde na Netflix no dia 10 de maio, Safe, uma série com o selo da plataforma de streaming. Criada pelo escritor Harlan Corben que já vendeu 70 milhões de livros e é figura conhecida na lista dos best Sellers. Ele já está tarimbado no gênero mistério/suspense. Eu mesma já li os ótimos “Confie em mim” e “Não conte a ninguém”, ambos da Editora Arqueiro.
E de brinde o master Michael C. Hall de quem eu estava com saudades desde Dexter, está atuando e produzindo a série.
A produção começa mostrando já a catástrofe que cada personagem é, seus passados pesados e sua intenção de em um condomínio fechado manter o “bicho papão do lado de fora dos portões” como é dito na série. As informações, histórias e pistas são espalhadas pelo enredo fazendo com que você corra mentalmente pelos episódios, ávido por saber o que esse povo tanto esconde, se eles estão falando a verdade ou não.
A história começa quando Jenny (Amy James Kelly) filha do cirurgião Tom Delaney (Michael C. Hall) some depois de uma festa em que alguém morre e várias coisas sobre os cidadãos de bem do condomínio vem a tona junto com o corpo.
O enredo vai mostrando que todos têm lá seus problemas, suas inseguranças medos e que, mantendo uma vida aparentemente normal, tentam levar a vida.
Essa morte desencadeia vários acontecimentos dando à série histórias também ricamente misteriosas e interessante. Atuações ótimas do elenco alavancam os episódios que terminam sempre com um “gancho “ para o próximo e isso mantém o clima de tensão e faz com que o pessoal PhD em maratona de série, faça os oito episódios para saciar a curiosidade do “quem matou e por quê”.
Mas essa série tem mais que isso, ela tem várias camadas, como disse logo acima ela apresenta personagens problemáticos passando por uns perrengues bem complicados e a grande parte desses rolos levam ao acontecimento da trama que é descobrir por que mataram esse alguém e por que a filha do cirurgião sumiu e como isso agrega a trama.
Agrega muito. Posso adiantar sem spoilers. O ritmo vai te levando a um clímax a cada episódio.
Mas é também  ai que a coisa começa a capengar... Como são só poucos episódios (acredito que a Netflix tenha dado uma amostra grátis do que possa fazer naquele universo e logo logo aconteça o anúncio de uma segunda temporada mesmo a série fechando “redondinha” como dizem) parece que tudo fica meio nublado como na Inglaterra: uns encontros que você sabe que não seriam empáticos tão rápido. Aquilo precisaria de mais tempo, de alguns diálogos com explicações concretas. Acho que o autor quis colocar nessas histórias paralelas algo consistente, mas só conseguiu encher linguiça e colocar os mais atentos com aquele grande ponto de interrogação. Mas quem sabe isso não foi feito para gerar uma segunda temporada?
Ou algumas coisas que poderiam ser melhor aprofundadas, o por quê de certos desgastes de alguns dos relacionamento da série, apresentação melhor das famílias... Mas como eu disse e volto a repetir: a Netflix não é boba nem nada e tem investido mais e mais em produções próprias.
Aí é nisso que o negócio esfria, enquanto isso vai se desvendando o real segredo da série. O tal bicho papão que atormenta alguns personagens. A consciência e o que você faz quando ela pesa. A questão do “o passado está enterrado mesmo? Tem certeza? Pense de novo. E se enterrou, enterrou bem?”
Por que os acontecimentos de hoje são comandados por atitudes tomadas no passado. E outra questão pungente na série é: o que fizemos na adolescência deve nos condenar quando adultos? Se não for descoberto deve ficar como está, pois agora temos outra vida, com empregos, filhos, casa, enfim, um legado?
Esse mistério e a enrolação estão agarrados e tornam a trajetória do final meio cansativa, mas vale a pena ir até o final e os três últimos episódios recuperam o fôlego do começo e te levam a reviravoltas que fazem todo o sentido.
Destaques para as atuações de Amanda Abbington, e Audrey Fleurot Sophie Manson e Zoe Chahal que levaram as situações tensas de suas personagens com muito talento e seriedade fazendo a gente pairar quando elas estavam em cena.
Apesar do enrosco em algumas partes a série vale muito a pena. São detalhes de ouro que faz ser bacana devorar os episódios e gastar todos os neurônios pensando no que pode realmente ser.
Bem produzida, bem escrita e com uma fotografia que retrata bem a atmosfera por vezes caótica/ dúbia/ falsa/ pesada, Safe é uma daquelas coisas deliciosamente inteligentes que adoramos passar algumas horas debaixo do edredom, deitados na cama comendo delícias em frente à TV, enquanto bancamos os detetivões. 

Postado por (Ximelly Christie)

‘Game of Thrones’ quebra recorde e filma a maior sequência de batalha por 55 noites.


A 8ª temporada de ‘Game of Thrones‘ ainda nem começou e recordes já foram quebrados, com a filmagem da maior sequência de batalha da história. O anúncio foi feito por um funcionário da produção, chamado Jonathan Quinlan.

Em sua conta do Instagram, ele publicou um cartão recebido da produção da série, agradecendo pelos esforços de toda a equipe ao longo das gravações. O post foi apagado pouco depois, mas graças ao site feito por fãs, Watchers on the Wall, nós temos todos os detalhes.

O cartão de agradecimento pontua que foram 55 noites seguidas de filmagens. Já a legenda feita por Jonathan confere ainda mais detalhes. Na ocasião, ele afirmou: “Já diz tudo. 55 noites consecutivas, 11 semanas, três locações. Você nunca mais verá algo do gênero”.


Confira a mensagem feita pela HBO:


A última temporada de ‘Game of Thrones‘ irá ao ar somente em 2019.

Postado por (Francês)


Todas as temporadas de ‘Supernatural’ serão removidas da Netflix em maio.


A Netflix anunciou que irá remover as 11 temporadas de ‘Supernatural‘ de seu catálogo no dia 7 de Maio.

O motivo não foi revelado. Confira:

Vários estúdios estão criando seus próprios serviços de streaming, como é o caso da Disney e da Fox.


A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner Channel e foi renovada para sua 14ª temporada na última semana.

Além de ‘Supernatural’, a CW também renovou ‘Arrow’, ‘The Flash’, ‘Legends of Tomorrow’, ‘Raio Negro’, ‘Supergirl’, ‘Dynasty’, ‘Crazy Ex-Girlfriend’ e ‘Jane the Virgin’.

Postado por (Francês)

Lucífer


Lúcifer é uma série de televisão que estreou na Fox em janeiro de 2016.Protagonizada por Tom Ellis, a série é uma adaptação livre do personagem dos quadrinhos The Sandman 

Lucifer Morningstar, está entediado e infeliz como o Lord of Hell (Senhor do Inferno).
 Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna a cobiçada Lux , com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Maze (Lesley-Ann Brand ). 
Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa "puni-los".

A linda e corajosa Detetive Chloe Decker, que o fascina por sua coragem, mas, principalmente, por parecer não cair em seus encantos — tanto naturais quanto sobrenaturais. Além de seu envolvimento com a polícia, o anjo é intimado por seu irmão Amenadiel a voltar para o inferno, lugar da qual supervisionava desde o início dos tempos.

A Polêmica

Em 2015, um site americano conservador lançou uma petição para que a nova série de televisão da Fox,Lucifer, fosse interrompida. “Segundo os seguidores” do site , a série "descaracteriza" Satanás e "zomba da Bíblia". O criador do personagem Lúcifer Mornigstar, usou o Tumblr para responder à petição: "Ah. Parece que foi ontem (mas era 1991) que as "Mães Preocupadas da América" anunciaram que estavam boicotando Sandman porque continha personagens lésbicas, gays, bissexuais e transexuais. Foi Wanda quem mais as irritou: a ideia de uma mulher trans em uma história em quadrinhos... Elas nos disseram que estavam organizando um boicote contra Sandmam, e que só parariam se nós escrevêssemos para a American Family Association e prometêssemos reformular a história. Eu me pergunto se elas notaram que isso não funcionou da última vez..." Apesar das ações do site a seria já esta na sua 3° temporada e com a 4° confirmada. 




Postado por Sra.Burns

Saiba um pouco sobre Shadowhunters

Shadowhunters é uma série americana de fantasia baseada nos livros;The Mortal Instruments da Cassandra Clare e é uma segunda adaptação, a primeira é o filme de 2013, Os instrumentos mortais a cidades dos ossos,a série estreou em janeiro de 2016 nos Estados Unidos, através da rede de televisão Freeform.


A protagonista é Clary ( Katerine McNamara) que acabou de fazer 18 anos e descobre que faz parte de um mundo completamente diferente, os Shadowhunters (caçadores de sombras) humanos nascidos com sangue de anjo que protegem o mundo .


E na mesma noite, sua mãe Jocelyn, é sequestrada por um grupo malvado chamado O Ciclo. O líder deles é o ex-marido de Jocelyn , Valentine Morgenstern.


Com a mãe desaparecida, Clary se volta para Luke, um amigo da sua mãe e é aparentemente traída. A mocinha resolve junta-se com um grupo de Shadowhunters,Izzy, Jace, Alec, o feiticeiro Magnus Bane e também seu amigo leal e nerd, Simon(Alberto Rosende) para tentar salvar sua mãe e descobre poderes que ela nunca soube possuir.


Agora, vivendo entre fadas, feiticeiros, vampiros e lobisomens, Clary começa uma jornada de auto-descoberta ao saber mais sobre seu passado e o que seu futuro pode aguentar.

Juntos tentam recuperar um artefato que pode trazer destruir todas as raças.

Nessa jornada, ela descobre mais sobre sua historia e sobre o mundo sobrenatural.

Vamos embarcar nessa?

A serie esta disponível na netflix, e já esta na segunda temporada.


Postado por Sra.Burns

SÉRIES DA DC, SUPERNATURAL E RIVERDALE SÃO RENOVADAS PARA NOVAS TEMPORADAS PELA CW


O canal CW oficialmente comunicou a renovação de algumas de suas séries para novas temporadas, dentre elas seis da DC, sendo quatro do chamado Arrowverse.

Arrow foi renovada para sua sétima temporada, enquanto Flash irá para seu quinto ano. Legends of Tomorrow e Supergirl ganharão uma quarta temporada cada. A nova série de super-heróis, Raio Negro, que não faz parte do Arrowverse, terá uma segunda temporada e IZombe ganhará uma quinta temporada.

Fora da DC, mas não do universo dos quadrinhos, Riverdale foi renovada para uma terceira temporada. Jane the Virgin, Crazy Ex-Girlfriend e Dinasty também foram renovadas e Supernatural, a mais antiga série do canal, irá para sua 14ª temporada.

Postado por (Francês)

DIVULGADA PRIMEIRA IMAGEM DE KIERNAN SHIPKA COMO SABRINA, A APRENDIZ DE FEITICEIRA


Robert Aguirre-Sacasa, showrunner da série The Chilling Adventures of Sabrina, publicou em seu Twitter a primeira imagem oficial da atriz Kiernan Shipka como Sabrina. Na foto, ela está acompanhada de seu namorado, Harvey.



A série será exibida pela Netflix. Shipka viveu Sally Draper, filha de Don (Jon Hamm) em Mad Men e também esteve na série Feud. A série vai adaptar a graphic novel The Chilling Adventures of Sabrina.

Segundo a descrição, Sabrina personagem é meio-humana, meio-bruxa, uma jovem empoderada que apenas começou sua educação sombria como uma feiticeira, apesar de procurar manter uma vida normal como estudante do segundo ano da escola Baxter High. Sabrina é inteligente, sensível e corajosa ao ponto da imprudência. Ela é ferozmente fiel a sua família e amigos; engraçada e apaixonada pelo seu colega de escola, Harvey Kinkle. Ela desafia a doutrina das bruxas a todo instante. Ela é tudo que pode impedir que as forças das trevas ameacem o nosso mundo.

Originalmente a série seria exibida pelo CW, como um derivado de Riverdale, mas logo o projeto foi assumido pela Netflix, que encomendou duas temporadas de 20 episódios. A proposta é fazer uma versão mais sombria e mais macabra, bem diferente da série que se tornou popular nos anos 90.


Sabrina Aprendiz de Feiticeira foi produzida pela CBS e teve sete temporadas, de setembro de 1996 e abril de 2003.  No Brasil foi inicialmente exibida pela Rede Globo, de 1998 a 2000, depois também foi exibida pela Rede Record até 2006.

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O SENHOR DOS ANÉIS – SÉRIE CUSTARÁ US$ 1 BILHÃO E TEM CINCO TEMPORADAS GARANTIDAS


De acordo com uma matéria da THR, a série do Senhor dos Anéis será a mais cara da história. Incluindo os US$ 250 milhões pela compra dos direitos de adaptação para o formato, além do custo com a contratação de elenco, equipe, verba para efeitos especiais e produção, o custo total do projeto se aproximará da casa de US$ 1 bilhão. Para se ter uma ideia da enormidade desses números, cada episódio da última temporada de Game of Thrones, a mais cara da série, custará US$ 15 milhões.

Ao assinar o acordo, a Amazon se comprometeu em produzir a série dentro de um prazo de dois anos e com a produção de cinco temporadas. A série não vai ser produzida unicamente pela Amazon. Na verdade, a Tolkien Estate and Trust, responsável pelo legado do escritor, também estará envolvida na produção, assim como a New Line, selo da Warner responsável pelas trilogias O Senhor dos Anéis e o Hobbit, de Peter Jackson, por isso material dos filmes poderá ser utilizado.

De acordo com o pronunciamento da própria Amazon, a série vai explorar novas narrativas que precederam o início da trama de A Sociedade do Anel, primeiro volume de O Senhor dos Anéis. Também faz parte do acordo a possibilidade de um spin-off, ou seja, uma série derivada.

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Nightflyers, série baseada em livro de George R. R. Martin, ganha nova prévia




A Netflix divulgou um curto vídeo de prévia de Nightflyers nessa quarta-feira (4). A série é feita em parceria com o canal SyFy e adapta a novela futurista de George R. R. Martin lançada em 1985 com o mesmo nome. Veja o trailer acima.

No livro Nightflyers, um grupo de humanos a bordo de uma nave espacial tentam fazer contato com formas de vida alienígena. Tudo muda quando eventos aterrorizantes começam a acontecer e joga os protagonistas numa jornada difícil de sobrevivência. O romance foi publicado em 1985 e ainda não chegou ao Brasil.

Gretchen Mol (Boardwalk Empire)  será a Dra. Agatha Matheson, Eoin Macken (The Night Shift) viverá Karl D’Branin, David Ajala (Velozes e Furiosos 6) interpretará Roy Eris, Sam Strike (EastEnders) dará vida a Thale, Maya Eshet (Teen Wolf) será Lommie, Rowan será vivido por Angus Sampson (Fargo),  Jodie Turner-Smith (The Last Ship) interpreta Melantha Jhirl e Brían F. O’Byrne(Million Dollar Baby) vive Auggie.

O projeto tem coprodução da Netflix, que vai distribuir os episódios internacionalmente. Uma data de estreia não foi definida, mas o vídeo divulgado diz que será em breve.

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A guerra está próxima no teaser do próximo episódio de The Walking Dead




A temporada de The Walking Dead está próxima de seu fim e a AMC divulgou o teaser do 15° episódio. O vídeo mostra Negan e seus Salvadores se preparando para a guerra. Estou sentindo uma treta. Veja acima.

O canal Fox exibe The Walking Dead no Brasil. A oitava temporada termina em 15 de abril.

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The Originals - lançamento da Season Finale e Resenha




Olá galera, hoje vamos falar um pouco sobre uma série (spin-off) que ganhou o coração de muitas pessoas.



The Originals é produzida pela The CW e baseada na série norte-americana The Vampire Diaries. A história gira em torno de Niklaus Mikaelson (Joseph Morgan) que é um hibrído lobisomem/vampiro que retorna a cidade de Nova Orleans,USA, com o intuito de reaver o seu poder sobre a cidade e com a ajuda de seus irmãos Elijah ( Daniel Gillies), Rebeka (Clarie Holt) e Kol ( Nataniel Buzolic), enfrentam uma batalha com o filho adotivo de Klaus, o poderoso Marcel Gerrard  (Charles Michael Davis) e as bruxas que ele supostamente controla, contudo, a treta se complica quando Hayley (Phoebe Tonkin) uma lobisomem fica gravida de Klaus.

A série já tem 4 temporadas completas e a 5° (e última)  já foi gravada, indo ao ar no dia 20 de abril.

Empolgante, cheias de altos e baixos, conflitos familiares, muito sangue e sexo. Se você assim como eu se amarra em estórias com vampiros, bruxas e lobisomens, vale a pena dar uma conferida.

Gostou?! Quer mais resumos de series? Sugira nos comentários, obrigada.

Autora: SrA. Burns.

Showrunner compartilha nude de walker do último episódio de The Walking Dead


O último episódio de The Walking Dead teve a marcante aparição do primeiro walker pelado da série — inspirado em A Noite dos Mortos-Vivos, de George Romero.

E o showrunner Greg Nicotero divulgou uma nude do zumbi peladão direto dos bastidores da série, mostrando seu corpo inteiro. Veja logo abaixo:



“Sempre em dívida com a equipe incrível da KNB e meus companheiros, quando eu peço por algo como esse cara… ou garota???!”


O canal Fox exibe The Walking Dead no Brasil.


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Estamos no Podcast do Pitaco e Prosa

OoooooooolAaaaaaaaaaa Cafeíneiros Nerds estamos um pouco sumidos mas estamos aqui pra divulgar esse maravilhoso Podcast dos nossos amigos...